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Redes sociais x produtividade. Como diminuir o uso sem acabar com a diversão?

Veja como um empresário pode resolver este problema em sua empresa

Um velho debate ronda as redes sociais há anos: sites como Facebook, Orkut, Twitter e YouTube, por exemplo, diminuem a produtividade? Sim, isso pode ser verdade, mas como um empresário pode resolver este problema em sua empresa?

Bloquear todos os sites pode ser uma solução, mas saiba que alguns de seus funcionários poderão perder mais tempo tentando burlar o bloqueio, do que se você tivesse liberado. Portanto, este é um problema complexo, mas um aplicativo para o sistema operacional Mac pode acabar com os conflitos.

Cinco tecnologias que transformam os negócios

Esteja atento (a) a cinco tecnologias que vêm transformando os negócios

Além da internet como ferramenta de relacionamento com o cliente, vale ressaltar o potencial de tecnologias emergentes, como cloud computing, redes sociais, mega-armazenamento de dados, softwares inteligentes e todas as aplicações do uso de telefonia móvel, por exemplo.

“O mercado ainda está em fase de investimento e adaptação às tecnologias disponíveis para transformar os negócios e passar a atuar num patamar mais elevado. Ainda falta quebrar a barreira do desconhecimento do enorme potencial das ferramentas disponíveis às empresas hoje em dia”, diz o executivo.

Atentas à reputação, empresas adotam redes sociais como o 'SAC que funciona'

Você tem um problema com um novo produto, liga para o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) da empresa e ele não é resolvido. No SAC, o atendente pede que você mande um e-mail com todas as informações (número de série, nota fiscal, etc) e, mesmo assim, nada de atenderem a sua solicitação. Enquanto isso, com apenas uma postagem em uma rede social citando a empresa (algo que leva poucos segundos), alguns internautas conseguem ter sua solicitação atendida ou, ao menos, alguma resposta da empresa.

O motivo dessa diferença na agilidade do atendimento, explica Solange Oliveira, consultora de comércio eletrônico, deve-se à principal característica da rede. “A internet é como tatuagem: tudo que é postado fica nela para sempre. E as empresas não querem seus nomes ligados a aspectos negativos.”

E-commerce pode ser nicho?

Quando começamos qualquer assunto em relação ao e-commerce logo pensamos nas lojas mais conhecidas, como Americanas.com e Submarino.com, lojas que fazem parte da B2W, maior conglomerado de e-commerce do Brasil, que ainda domina as vendas no setor.

Diversas empresas têm em suas estratégias colocar seus produtos nessas – e outras – grandes lojas para vender. O lucro é menor, mas o volume de vendas é muito grande, o que acaba sendo vantajoso para as marcas que vendem através de revendas, além de ampliar o conhecimento da marca.

Tendências que todos falam, mas poucos praticam

Conheça o que deixou de ser novidade, mas ainda não saiu do discurso das empresas e se transformou em ações concretas

Sair do racional e entrar na direção emocional para ter envolvimento. É isso o que os consumidores esperam das marcas. Pode parecer que ideias como essa não são mais tendência e sim um lugar comum na estratégia de Marketing das empresas. Conceitos que falam de transparência no relacionamento entre marcas e consumitores já estão tão batidos no discurso do mercado, que podem parecer notícia velha. Mas a verdade é que poucas companhias brasileiras entenderam a importância de observar o consumidor com novos olhos, diante de todas as mudanças que vêm sendo desenhadas nos últimos anos.

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