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5 ferramentas para monitorar o buzz nas mídias sociais

Todos já conhecem a importância de acompanhar o buzz que rola nas mídias sociais, eis algumas ferramentas que podem ser consideradas facilitadoras:

Buzzoobuzoo

O site tem como objetivo o buzz na internet. Ele rastreia sites de grande visibilidade atrás das notícias mais quentes do momento.

 

backtweetsBacktweets

Um tipo de mecanismo de busca que procura por links no Twitter, mesmo que estejam encurtados.

 

addict-o-maticAddict O Matic

Você pode digitar uma palavra-chave, tema ou frase, e lá se vai procurar por blogs, sites de notícias, Google, Technorati, Ask, YouTube, Flickr, Digg, Topix e muito mais. Você terá uma página de resultados personalizados para marcar com tudo que encontrar relacionado ao que procura.

 

happinHappnin

Digite uma palavra para ver frases populares no Twitter que incluem a palavra/frase usada em um raio de 20 quilômetros de grandes cidades ao redor do mundo.

 

twitrrartrTwitrratr

Descubra o que as pessoas realmente estão dizendo no Twitter. Com Twitrratr você pode distinguir tweets negativos de positivos em torno de uma marca, produto, pessoa ou assunto (ele só identifica palavra em inglês).

 

Fonte: midiassociais.net

Velha mídia é o alvo da Apple para novo ‘tablet’

ipad
Reprodução: Globo.com

Com o lançamento na semana que vem de um novo computador em formato “tablet”, o diretor-presidente da Apple Inc., Steve Jobs, segue uma rota que vai contra o senso comum: apostar em mídias tradicionais como livros escolares, jornais e televisão, disseram pessoas a par da questão.

Elas dizem também que a Apple está estudando como o conteúdo de jornais e revistas pode ser apresentado de maneira diferente no “tablet”. Outras pessoas que foram informadas sobre o projeto dizem que o aparelho terá um teclado virtual.

Para amparar essa visão, a Apple negociou recentemente com editoras de livros, revistas e jornais para determinar como colaborar com o projeto. A empresa ainda conversou com a Condé Nast Publications Inc., a HarperCollings Publishing e sua dona, a News Corp., que também publica o Wall Street Journal, sobre conteúdo para o “tablet”, disseram as pessoas a par das negociações. A Apple está negociando, da mesma forma, com redes de televisão como CBS Corp. e a ABC, da Walt Disney Co., para criar uma assinatura mensal de televisão e está reformando o serviço iTunes, que atualmente vende música, vídeos e aplicativos, para servir um novo produto.

A estratégia da Apple contrasta com a maneira como outras empresas de tecnologia têm lidado com conteúdo e seus veículos.

Um bom exemplo é o Google Inc., que oferece conteúdo gratuito para as pessoas em sites como o YouTube, com pouca distinção entre o material gerado por usuários e de produtores profissionais. Sites como Twitter e Facebook também criam locais para a disseminação de conteúdos de usuários. O resultado disso é que muitas editoras tradicionais estão lutando para se adaptar e lucrar num mundo centrado na internet.

Jobs, de 54 anos, “apoia a velha guarda e quer ajudá-la a encontrar novos meios de distribuição”, diz uma pessoa que já trabalhou com o diretor-presidente da Apple. “O que impulsiona todas essas mudanças é a tecnologia e a Apple tem a capacidade de influenciar isso.”

Mas ainda é muito cedo para proclamar Jobs o salvador dos velhos meios de comunicação. Ela já enfrentou resistência de produtoras de televisão e de operadoras de cabo para licenciar os melhores produtos deles em vez de todo o conteúdo. Ainda por cima, a venda de músicas na loja iTunes ainda não cresceu o suficiente para compensar, para as gravadoras, o declínio das vendas de CDs. Mais problemático ainda para as gravadoras é que o volume de músicas baixadas parece que se aproxima do auge, enquanto o serviço da Apple se torna tão gigantesco que muitos executivos do setor musical reclamam que ele se tornou um poderoso leão-de-chácara entre gravadoras e clientes.

Fonte: midiassociais.net

Notícia viral é notícia boa

Contrariando a crença de que fofocas, escândalos e notícias negativas são elementos para tornar uma história viral e compartilhada por leitores, um recente estudo realizado pela universidade da Pensilvânia, que registrou as histórias do The New York Times mais compartilhadas por email através do site durante seis meses, chegou a conclusão – o positivo é mais compartilhado.

As histórias do The New York Times com termos positivos são de longe mais repassadas que as com termos negativos e também mostram uma preferência por artigos mais complexos.

Se há um ponto em comum entre as notícias mais compartilhadas por email é que elas forçam as pessoas a olharem para o mundo de forma diferente. Histórias surpreendentes ou que revertem uma ideia existente, ou que fazem as pessoas perceberem a complexidade e o tamanho de nosso planeta ou de certas questões são mais prováveis de serem espalhadas.

Os pesquisadores da universidade da Pensilvânia acompanharam mais de 7.500 artigos publicados entre agosto de 2008 a fevereiro de 2009. Uma amostra aleatória de 3.000 desses artigos foram avaliadas por leitores independentes para julgar o valor prático ou o quanto a história revelava novos conceitos ou tinha novas abordagens para questões já existentes. Os pesquisadores também usaram algoritmos de computador para acompanhar a relação de palavras emocionais em um artigo, assim como avaliar a relação de positividade ou negatividade nas notícias compartilhadas. Histórias mais emocionais eram mais prováveis de serem compartilhadas, assim como artigos mais longos.

Fonte: redessociais.net

Confira os males de uma navegador ultrapassado

"Internet Explorer 6 tem que morrer"

ie6Há seis anos, a web era dominada por apenas um navegador: Internet Explorer, especificamente, internet Explorer 6. Sem o Netscape para competir contra ele, e o fato do IE6 já vir instalado junto com o Windows XP, a Microsoft tinha a liderança deste mercado, até 95% em seu ápice. Hoje, entretanto, temos navegadores vastamente superiores como o Firefox, Safari, Opera e Chrome, assim como o Internet Explorer 8.

Então porque é que 15 a 25% dos navegadores do mundo ainda são representados pelo neolítico Explorer 6? Todos os web designers passam por maus momentos tentando fazer com que as páginas na web sejam compatíveis com navegadores ultrapassados.

Apesar da dificuldade proporcionada pelo IE6, a internet vai indo bem. Mas isso vai mudar com a iminente chegada do HTML5, nós chegaremos num ponto em que a inovação será barrada se os web sites precisarem continuar a suportar este browser. Veja o que vai acontecer nos próximos meses, e, mais importante, porque devemos nos livrar do IE6 se quisermos que a web floresça.

Você deve estar se perguntando umas duas perguntas agora:

O que tem de tão ruim no IE6 e por que tanta gente ainda o utiliza?

A resposta para a primeira pergunta é relativamente simples: Internet Explorer 6 é uma tecnologia obsoleta num cenário onde a internet sofre mutações constantes. Imagine tentar usar sua página de relações sociais, Microsoft Office, iTunes, Messenger, seus jogos de computador e todos seus aplicativos de desktop num computador de 2001 (20 GB de espaço, 256MB de RAM, o “Top” da época). É a mesma coisa: Um bom bocado de tecnologia é simplesmente incompatível com o IE6.

Uma listinha de coisas que o IE6 não suporta, das quais técnicos provavelmente conhecem:

- CSS v2 (Cascading Style Sheets): Este é o código que permite quase todo o design da web. Em outras palavras, designers precisam arregaçar os web sites apenas para fazer com que eles carreguem no IE6.

- PNG Transparency: Um grande número de imagens .png não aparecem corretamente no IE6. O trabalho de design é simplesmente jogado no lixo ao carregar um site com este tipo de imagem.

- Segurança Geral: Da mesma forma que você arrisca ter sua máquina empanturrada de spyware, não atualizando seu navegador abre um caminho para ataques virtuais. Existem até códigos maliciosos que desligam o IE6. Não delongarei dizendo quais são, mas você pode encontrá-los na Wikipédia.

Digg, Facebook, Orkut, Twitter Youtube (em breve): Digg e o Youtube anunciaram que eles estão abandonando o suporte ao IE6. Facebook e Orkut não são compatíveis com o ultrapassado navegador, dando inclusive sugestões de outros navegadores. Você não conseguirá ler artigos do Digg ou explorar o Youtube com o IE6 no futuro próximo. Já no Twitter, existe todo um movimento a favor da morte do IE6. Muitas outras empresas falam que o IE6 os atrasa, entre elas a 37signals, criadora de alguns dos mais populares aplicativos empresariais da web (como o Basecamp), cortando publicamente o suporte para o IE6 porque, de acordo com eles, “suporte continuo ao IE6 significa que não podemos otimizar nossas interfaces ou prover uma experiência superior de nossos produtos para os consumidores”.

Deve estar se perguntando porque as pessoas continuam a usar o antiquado navegador IE6, há duas razões primárias que a maioria das pessoas apontam: o fato de que é o navegador padrão do Windows XP (que continua sendo o sistema operacional mais usado no mundo), e o fato de que muitos departamentos empresariais não vêem necessidade de uma atualização – e/ou acham que uma atualização daria muito trabalho. Sem um evento significante, como o Google não carregando mais no IE6, as pessoas vão continuar conformadas com seu navegador atual.

Mesmo assim, de alguma forma, a web conseguiu seguir em frente, apesar dos pesares. Entretanto, paira no horizonte uma nova tecnologia que irá tomar a web por inteiro. Será um tecnologia que o IE6 não conseguirá carregar, o HTML5.

Fonte do texto e da imagem: Tecnosfera O Povo

Combinando mídias para chegar aos consumidores

Daniel tem trinta e poucos anos, gosta de cozinhar e reunir os amigos em casa. Boa-praça e boa-pinta, é daqueles sujeitos que os outros “caras” gostam de ter como amigo e as mulheres, como namorado. Prova dessa popularidade é que em poucos dias ele reuniu mais de 100 amigos no Facebook e 200 seguidores no Twitter, sem falar nos milhares de acessos a seus vídeos no YouTube. Mas o que chama a atenção nessa história é que Daniel não existe. Ele é um personagem criado para a Whirlpool divulgar a marca Brastemp e um dos melhores exemplos da transmídia, um conceito que está redesenhando os negócios de mídia e publicidade.

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“A transmídia ainda engatinha no Brasil, mas é a palavra de hoje nos Estados Unidos”, diz Marcelo Tripoli, presidente da agência de publicidade digital iThink.

Basicamente, trata-se da criação de conteúdo – uma série de TV, um desenho animado, um filme de cinema – criado desde a origem para ter vida própria em vários meios diferentes. A ideia é fazer o cruzamento entre todas as mídias disponíveis, das mais tradicionais, como a TV e o rádio, até as mais recentes, a exemplo da internet, do telefone celular e dos jogos de videogame.

Na busca pela transmídia – que muitos preferem chamar de multiplataforma – a Discovery Communications chegou até um dos meios mais antigos de que se tem notícia: o teatro. A companhia americana já levou aos palcos de São Paulo e do Rio uma peça com o cãozinho Doki. Originalmente uma espécie de mestre-de-cerimônias do canal Discovery Kids, o personagem acabou ganhando uma série própria na TV paga, além de virar tema jogos on-line, vídeos disponíveis na internet e material educativo. “O conceito [da transmídia] já existia, mas com a internet ganhou força”, diz Fernando Medin, presidente da Discovery no Brasil.

Para superar esse desafio, as empresas tem investido cada vez mais numa estratégia que tem nome em inglês – “storytelling” – mas é uma velha conhecida de qualquer um que já ansiou ouvir a história dos três porquinhos antes de dormir quando criança: transformar o intervalo comercial em uma história na qual as pessoas tenham interesse de acompanhar.

O “storytelling” entra no jogo como a maneira mais eficiente de criar esse guarda-chuva ao redor da marca. O personagem Daniel, da Brastemp, é um exemplo. “Tínhamos 17 itens da linha ‘Gourmand’ [para anunciar], mas não queríamos comunicar só o produto. Queríamos era falar com o público que gosta de cozinhar”, diz Daniela Cianciaruso, da gerente-geral de marketing da Whirlpool. A decisão foi criar uma série de sete episódios, de dois minutos cada um. Na web, o seriado ganhou desdobramentos em blogs e vídeos.

Daniel não é o único de sua espécie. A Fiat ganhou um empurrão transmídia do ex-piloto Tony T. Interpretado por um ator brasileiro de 2,10 metros de altura, na ficção ele era um milionário que veio ao Brasil selecionar pilotos para sua escuderia. A campanha teve um de seus pontos altos numa prova da edição passada do Big Brother Brasil, acompanhada por 32 milhões de pessoas. Na web, 170 mil pessoas se candidataram ao jogo on-line que levaria o escolhido para o mundo (de mentirinha) das corridas profissionais.

Já a Philips escolheu um piloto real – Nico Rosberg, então na AT&T Williams -, mas o envolveu numa trama fictícia. Na história, o capacete de Rosberg desaparece misteriosamente em São Paulo, o que dá início a uma corrida para encontrá-lo. Os participantes tentavam achar o capacete por meio das imagens de uma câmera que supostamente mostrava, ao vivo, os locais para onde ele era levado. “O retorno foi incrível”, conta Gabriel Aleixo, diretor de marketing e serviços da Philips. O sumiço ganhou chamada em um noticiário da ESPN e virou tema de contas no Twitter e vídeos no YouTube, muitos deles feitos pelos fãs.

Fonte: Midiassociais.net

Fonte da imagem: Carbonado

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