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Reposicionamento de marca: quando e por quê?

Algumas empresas, por meio de seus departamentos de marketing, demoram a se posicionar – de maneira estratégica e de acordo com seus planejamentos – no mercado. Mas, mais do que se posicionar, é preciso manter-se bem para não “cair” no conceito. Pois, caso isso aconteça é o momento de mudar. Mas quando é o momento? Afinal, cada caso é um caso.

O reposicionamento de uma marca, na maioria das vezes, deve acontecer quando o consumidor muda. É a percepção do cliente em relação aos produtos, serviços e marcas que deve estar de acordo com as ações da empresa para a sua consolidação.

Redes sociais trazem novo nível de competitividade para empresas

O mix de tecnologia e marketing nas mídias sociais é uma combinação explosiva, que desperta a atenção das organizações.

O avanço das redes sociais em atividades como colaboração, troca de informações e fonte de pesquisas esgueirou-se com facilidade no seio das empresas e sua aceitação rápida e estrondosa pegou todos de surpresa. No início, eram consideradas fontes de dispersão, principalmente para funcionários mais jovens. Mas elas ganharam características profissionais e impactaram o mundo corporativo. Os casos de sucesso provam que não é mais possível ignorar as redes sociais.

Web semântica é o futuro das buscas na internet

Anunciada há anos como a evolução natural da web 2.0, tecnologia começa ganhar mercado por meio do modelo SaaS.

O sócio da empresa norte-americana de investimentos Alpha Equity Management, Vince Fioramonti, teve uma visão em 2001: ele percebeu que a web já ficara rica em informações sobre investimentos e que havia um crescente número de fornecedores oferecendo software para capturar e interpretar informações baseadas em importância e relevância.

O Brasil e os icebergs do marketing digital

Quando falamos de icebergs e não estamos comentando sobre uma viagem para a Patagônia ou a Antártida, quase sempre estamos nos referindo a desastres – muito por causa do Titanic – pessoas e/ou situações geladas ou ainda à metáfora da ponta do iceberg, que tem a maior parte do seu corpo submersa. No caso deste artigo, todas as opções são válidas.

O primeiro iceberg que enxergo diz respeito à constante preocupação das empresas em investirem em inovação e tecnologia visíveis para o mercado e seus consumidores. Nos dias atuais, mostrar uma ponta de iceberg reluzente e cheia de novidades e atrativos na arena digital é um desejo de quase todas as marcas. Isso gera uma corrida para a adoção de novas plataformas digitais – como smartphones e o iPad –, interfaces mais sofisticadas, larga utilização de mídias sociais, integração com o ponto de vendas e de ferramentas e mídias tradicionais com o online. É impressionante como tem sempre alguém atrás do novo gadget, da nova experiência que atrairá o consumidor mais ávido pelo moderno e inovador.

Globo restringe uso de mídias sociais em comerciais

Existe alguma marca na história que obteve mais mídia gratuita que o Twitter ou o Facebook? Todas as vezes que ligamos a TV, se tratando de Brasil, alguém está divulgando um perfil para interagir com o público, e a cada início de bloco algum apresentador menciona a marca Twitter. Isso acontece até no Fantástico, o horário mais caro da TV brasileira.

As mídias sociais se mostram uma força inexorável e por isso cada vez mais as empresas se adequam a essa nova realidade, porém, esse interesse das emissoras de TV vem gerando outro fenômeno: o da mídia espontânea em uma escala nunca visto antes.

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