Quer ter uma empresa de talento?

Quantas vezes você já ouviu que essa ou aquela empresa tem talento? Qualidade sim, bom preço, atendimento… mas e talento? Normalmente relacionado a pessoas, talento é uma palavra tão comum hoje que é cada vez mais difícil encontrar, mas quando acontece… você pensa… wooow!

Vamos pensar juntos, o que seria uma empresa de talento? Um nome? Uma característica? Que tal iniciar pelo dicionário? Segundo o dicionário da língua portuguesa, talento é uma aptidão singular (natural ou adquirida) ou indivíduo engenhoso, de habilidade ou capacidade incomuns.

Ok… entendido. O Messi tem talento, pronto. Mas e uma empresa? Preço baixo não é um talento, qualidade é obrigação; afinal, o que faz de uma empresa um talento?

Para se ter talento

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banners-imagine-site-personalizadoVamos imaginar que uma empresa é um coletivo – pessoas, máquinas, ideias que trabalham por um objetivo comum (seu produto). Uma empresa de talento deveria então ou ser um grupo composto por talentos, como um time, ou ainda, um local onde as pessoas possam mostrar seu talento na criação ou construção do seu produto. Opa! O assunto começou a mudar aqui.

Apenas por termos um grupo de talento, não significa que temos uma empresa de talento. Mas, se temos ou criamos um local onde as pessoas têm a oportunidade (incentivo) para colocar em prática seus talentos (aquilo que você é realmente o melhor), temos um ambiente propício para criar uma empresa com características singulares, que, não importando o produto, são únicas. Quando isso ocorre, começamos a falar de uma empresa com talento.

Como saber se temos talento?

Concordamos que para se ter talento em uma empresa, precisamos de um ambiente propício (estrutura, processos e pessoas) para transformar um talento individual em uma característica incomum da empresa, certo? Se isso está claro, então nosso trabalho é apenas saber se o que fazemos realmente incentiva a usar o talento para a empresa. Se encontrarmos isso, pronto! Pode chamar a mãe que está tudo resolvido.

Sim, por mais incrível que pareça é exatamente isso. Mas quer saber qual o problema? Me pergunte o como… sim, como saber isso? Como saber o que é bom e ruim? Como saber o que é melhor ou pior? Afinal, como? Quer uma das respostas…

A primeira vez que participei de um programa de qualidade foi em 2004, pelo Qualidade RS. Depois nunca mais parei, são mais de oito anos em palestras cursos, ciclos de melhorias, eventos, prêmio como Talentos Empreendedores, MPE Brasil e muitos, muitos outros. Para ter um exemplo, quando a prumos.com.br ganhou o Talentos Empreendedores, disputamos com mais de 56 mil empresas no RS. E vamos combinar, 56 mil é muuuuita gente, falando de empresas… nossa!

banners-imagine-marketing-digitalE para entender o processo, em tudo que aprendi a regra foi sempre a mesma: medir para gerenciar, comparar para melhorar, um passo de cada vez, todos os dias. Simples assim.

Agora você entende porque existem tantos programas de qualidade, seminários, qualificações, metodologias e prêmios. O negócio todo é reconhecer quem faz as coisas mais bacanas para ter um ambiente único. Esse modo de fazer chamamos de boas práticas; um conjunto de boas práticas faz, enfim, a nossa empresa de talento.

Que saber como fazer?

Que tal pararmos um pouco com a teoria e ir logo para a prática? E acredite, falar é bem mais fácil do que fazer. Como pontapé inicial, descrevo abaixo as 10 principais ações (boas práticas) que realizamos na prumos.com.br para transformar o talento individual em uma característica incomum da empresa. Pronto para anotar?

    1. Iniciamos por um planejamento anual, com metas e objetivos ousados.
    2. Temos uma gestão pela qualidade continuada com 5 programas internos.
    3. Mudamos a gestão de RH por competência e foco nos resultados gerados.
    4. Todas as práticas e processos internos são organizados em fluxogramas.
    5. A comunicação é aberta para todos os objetivos e metas da empresa.
    6. Temos muitos poucos indicadores para facilitar a gestão e resultados.
    7. Para a equipe, um ambiente colaborativo com ferramentas de cooperação.
    8. Nos fornecedores, apoio, conversa e sinergia para melhores resultados.
    9. Os processos internos são simplificados para garantir velocidade.
    10. O foco da gestão é sempre gerar valor para o cliente.

Fonte: Midia Boom

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