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Google lança serviço para revolucionar caixa de e-mails

O Google anunciou nesta quarta-feira, 22, um novo serviço de gerenciamento de e-mails chamado Inbox, que tenta organizar a caixa de entrada de seus usuários de uma forma mais inteligente.

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O serviço estará disponível na web, exclusivamente pelo navegador Chrome, ou como aplicativos para o iOS (versão 7 ou superior) e Android (versão 4.1 ou superior). Versões especiais para tablets também estão em desenvolvimento.

Por enquanto, o serviço é restrito e, bem à moda Google, exige convites para que o usuário se registre. Você pode pedir para um amigo, ou então solicitá-lo diretamente ao Google enviando um e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

O serviço parece uma mescla entre o Mailbox, aplicativo de gerenciamento de e-mails que se tornou bem popular e foi comprado pelo Dropbox, e o Google Now, assistente pessoal do Google.

O Inbox é bastante diferente do Gmail, e o Google planeja que as coisas permaneçam deste jeito. O Gmail continuará funcionando do jeito que sempre funcionou, e o Inbox será apenas uma coisa nova, que a empresa define como "algo novo; uma forma melhor de voltar ao que realmente importa".

Conheça os recursos do Inbox:

Organização por assuntos
O Gmail lançou no ano passado as categorias, que dividem os tipos de mensagens em determinadas abas específicas. Agora o Inbox tenta expandir o conceito para manter a caixa de entrada ainda mais organizada, agrupando recibos de compras, por exemplo, em um lugar só. O usuário pode "ensinar" o Inbox o jeito certo de gerenciar mensagens para que o app junte as mensagens que devem ser unidas.

Informações destacadas
Determinadas mensagens podem ter um cabeçalho que resuma as informações importantes dos e-mails, como o itinerário de um voo, informações sobre um evento ou fotos e documentos enviados por amigos e familiares. O serviço poderá até mesmo mostrar informações que estão na web, mas não estão diretamente na mensagem, como rastreamento de pacotes ou situação de voos.

Lembretes inteligentes
O serviço permite a inclusão de lembretes, parecido com o que você vê no Google Now. Além disso, uma ferramenta chamada "Assists" oferecerá informação relevante à sua lista de afazeres. Por exemplo: ao criar um lembrete para passar na loja de ferramentas, o Assists oferece o telefone da loja e informará se ela está aberta.

O mesmo vale para os seus e-mails. Ao fazer uma reserva em um restaurante, o e-mail de confirmação mostrará um mapa para chegar ao local. Ao comprar uma passagem de avião, o Inbox mostrará o link para check-in, e etc.

Por fim, o sistema também inclui um botão "Soneca", que permite que você silencie um lembrete até que ele seja conveniente. Você pode pedir para voltar a ser notificado em um determinado horário, ou quando chegar em algum local, como no trabalho ou em casa.

Fonte: Olhar Digital

Twitter passa a escolher parte do conteúdo mostrado aos usuários

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Há dois meses o Twitter começou a testar uma forma nova de exibir conteúdo aos usuários que aproximariam o serviço ao modo de agir do Facebook. Agora a empresa confirmou que todos serão impactados pelas novidades.

Isso significa que usuários não serão mais os únicos responsáveis pela escolha do que aparecerá em suas timelines. Além do material patrocinado que já entrava ali sem intervenção do internauta, o Twitter também incluirá conteúdo que a empresa achar relevante.

"Quando identificamos um tweet, uma conta para seguir ou outro conteúdo que seja popular ou relevante, podemos adicioná-lo ao seu histórico. Isso significa que você poderá ver tweets de contas que não segue", avisa o Twitter.

"Selecionamos cada tweet usando uma variedade de sinais, incluindo a popularidade dele e como as pessoas em sua rede estão interagindo com ele. Nossa meta é tornar o histórico da sua home page ainda mais relevante e interessante."

O Twitter ainda trata a novidade como teste, mas o usuário não tem como escolher se quer ou não participar dele.

Fonte: Olhar Digital

Facebook cria app para ser usado em momentos de emergência

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Coleta de dados que indiquem a localização geralmente causa desconfiança, mas o Facebook criou uma ferramenta que usa esse tipo de informação para um fim definitivamente positivo.

A rede social lançou um serviço chamado Safety Check, que deve ser usado pelo internauta em momentos de urgência para avisar que está tudo bem. A empresa cita como exemplo um terremoto: se o usuário estiver numa área afetada, ele pode usar o app para avisar aos amigos que está seguro.

O próprio Safety Check pergunta como está o usuário. Tendo como base a cidade listada no perfil, a última localização ou até o local da internet usada para acessar o Facebook, o app consegue determinar se o internauta está em área de risco, então envia um alerta perguntando se ele "está ok".

Caso a resposta seja positiva, a pessoa envia um alerta aos amigos para avisar e pode até marcar outros contatos como "a salvo" também. Se o app se enganou quanto à localização, é possível informar que não está na área afetada.

O app pode ser útil em outro tipo de desastre, como incêndios, furacões, tempestades etc. Ele está disponível para Android, iOS e na web.

Fonte: Olhar Digital

Microsoft lança Skype Qik, seu próprio Snapchat

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A Microsoft anunciou nesta terça-feira, 14, o Skype Qik, aplicativo de mensagens em vídeo que se autodestroem após duas semanas. O app segue a linha de similares como o Snapchat e o Slingshot e está disponível para Android, iOS e Windows Phone.

De acordo com a empresa, os vídeos podem ter até 42 segundos e podem ser enviados para qualquer pessoa da sua lista telefônica. Caso ela não tenha o Qik instalado, receberá um SMS indicando o que fazer. Os vídeos ainda têm formato quadrado, semelhante ao Instagram, e podem ser alternados entre a câmera frontal e traseira.

Para gravar um vídeo no Qik, basta apertar o botão rosa uma vez para gravar e outra vez para parar e enviar imediatamente. Não há a possibilidade de rever a mensagem que você gravou, no entanto, você pode deletá-la quando quiser.

A Microsoft afirma que se você desejar apagar uma parte de um vídeo ou o vídeo inteiro, é possível fazer isso mesmo após ele ter sido enviado. Assim, a exclusão é feita também nos aparelhos dos destinatários. O Qik permite enviar o mesmo vídeo para uma pessoa só ou um grupo de amigos.

No que diz respeito ao bloqueio, é possível prevenir que contatos enviem mensagens no Android e no Windows Phone. Nos dispositivos iOS, a opção deve chegar nos próximos meses.

Qik Fliks

Além dos vídeos de até 42 segundos, a Microsoft incluiu no Qik os Qik Fliks, vídeos de 5 segundos que são destinados a imitar GIFs ou reações dos usuários. A ideia é que eles sejam usados quando você quiser responder uma mensagem sem gravar um vídeo longo. Nos Qik Fliks, é possível pré-gravar até 12 reações.

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A companhia afirma que, por enquanto, somente usuários Android e iOS podem enviar e receber Qik Fliks, enquanto pessoas que usam Windows Phone poderão apenas visualizar os vídeos.

O novo Qik

Diferente do que muitos podem pensar, o Qik não é um aplicativo novo, mas sim reformulado. Ele foi adquirido em 2011 pela Microsoft e, até abril deste ano, era um app que permitia o streaming de vídeo do celular para a internet. Após ser aposentado, o Qik voltou agora como uma forma de preencher o vazio entre uma chamada Skype e outra.

"Chamadas no Skype na realidade são algo que você faz a cada duas ou três semanas", disse à CNET Pierro Sierra, diretor mobile do Skype. "O que fazemos entre essas vezes?" questionou.

Por conta desta natureza do Qik, o app não oferece nenhum recurso além dos vídeos como seus concorrentes. Nada de fotos e chats, por exemplo.

Fonte: Olhar Digital

Google vai ligar Brasil e EUA com cabo submarino de 10 mil km até 2016

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Ao lado de companhias de telecomunicações, o Google instalará um cabo submarino que ligará o Brasil aos Estados Unidos para turbinar a infraestrutura necessária para as conexões de internet na América Latina.

Os planos foram divulgados nesta quinta-feira (9) pelo grupo de empresas que conduzem o projeto. Além do Google, são elas: Algar Telecom, do Brasil, Angola Cables, de Angola, e a estatal Antel, do Uruguai.

O cabo ligará as cidades brasileiras de Santos (SP) e Fortaleza (CE) à de Boca Raton, na Flórida (EUA). Com seis pares de fibra, o cabo terá extensão de 10,5 mil km. A expectativa do grupo é que essa instalação amplie a largura de banda dos cabos submarinos já existentes em 64 Terabits por segundo (Tbps).Todas as companhias participarão da construção e financiamento do cabo. Segund
o o governo uruguaio, controlador da Antel, o projeto deverá receber o investimento de US$ 400 milhões. A previsão é que fique pronto no fim de 2016. "Este investimento faz parte de um esforço conjunto para construir a malha da Internet, preparando nosso país e a região para o aumento da demanda", disse o governo uruguaio em comunicado.

A execução ficará a cargo da TE Connectivity SubCom, especializada em telecomunicações submarinas. Projetando e instalando cabos submarinos em todo mundo, a companhia já implantou 490 mil km de linhas, o suficiente para 12 voltas em torno da linha do Equador.

Segundo o Google, o intuito da ligação Brasil-EUA é ampliar a estrutura necessária à conexão entre os usuários latinos, quase 300 milhões, e a sede das maiores centrais de dados acessadas no mundo.
Além de a região apresentar rápido crescimento na penetração de internet, o aumento da implantação das redes LTE (tecnologia da internet de quarta geração, o 4G) e das redes de fibra ótica podem impulsionar o aumento da demanda. Contam também conteúdo de alta qualidade de imagem (HD, 4K) e serviços baseados na nuvem (não instalados no dispositivo dos usuários e acessados pela internet).

Também parte do grupo, a Angola Cables consegue com esse projeto definitivamente desembarcar no Brasil. A empresa colombiana possuía um projeto conjunto com a estatal brasileira Telebrás. Enquanto a angolana esperava que a parceria poderia render um cabo submarino entre Brasil e Angola, a brasileira informou que o entendimento entre as duas compreendia apenas a cessão de um ponto de ancoragem na costa do Brasil. Isso ocorreu porque a prioridade da Telebrás é construir um cabo Brasi-Europa.

Fonte: G1

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