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Agência dos EUA usa Twitter para se informar sobre terremotos

Novo sistema complementa ferramentas técnicas já disponíveis para avaliar tremores.

A Agência de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) passou a usar o site de microblogagem Twitter para obter a reação de pessoas em áreas afetadas por terremotos.

O órgão científico ligado ao governo americano analisa mensagens deixadas pelos usuários para descobrir o que eles sentiram durante um tremor específico.

O Twitter normalmente registra um pico de tráfego logo após um tremor, e o USGS acredita que as informações trocadas pelos internautas podem ajudar os serviços de emergência a determinar a gravidade dos incidentes.

No entanto, o centro ressalta que a ferramenta no site seria apenas um suplemento para os atuais sistemas científicos que determinam os efeitos dos abalos.

Velocidade

"É uma questão de velocidade contra precisão", descreveu Paul Earle, do USGS, à BBC. "As mensagens do Twitter começam a chegar segundos depois de um terremoto, enquanto, dependendo da região, informações científicas podem demorar de dois a 20 minutos."

A entidade lista como exemplo algumas mensagens trocadas no site após um tremor de 5,1 graus na escala Richter no litoral da Nova Zelândia, no início de dezembro:

"Moradores de Wellington: O que aconteceu agora foi um terremoto ou apenas um caminhão gigante passando em frente ao meu prédio?"

"Foi um grande terremoto. O espelho do banheiro balançou e o chão se mexeu. Que medo!"

Segundo Michelle Guy, uma das engenheiras trabalhando no projeto, a equipe aplica um filtro que procura 24 horas por dia pelas palavras "terremoto" ou "tremor".

O USGS coleta, codifica e armazena as mensagens.

A agência, contudo, reconhece que pode haver muita "interferência" nessa coleta de dados, pois o filtro captura mensagens com as palavras em outro contexto.

"Por causa disso, não acreditamos que o sistema poderá ser usado para iniciar uma resposta a um grande evento, como por exemplo, fechar uma usina nuclear. Mas ele poderá nos chamar a atenção para uma região onde não haja uma rede de instrumentos sísmicos muito densa", afirmou Paul Earle.

O projeto foi apresentado em um encontro da União Geofísica Americana, em San Francisco.

Fonte: g1.globo.com

Cavalo de troia para Linux se disfarça como protetor de tela

Código malicioso foi identificado no site de temas visuais Gnome-Look.

Altieres Rohr

Um indivíduo mal-intencionado conseguiu enviar um código malicioso ao site Gnome-Look, conhecido local para temas visuais para Linux. Um protetor de tela que prometia ser uma cachoeira na verdade era apenas um código que, aparentemente, realizava um ataque de negação de serviço. Porém, o código poderia ter se encarregado de baixar qualquer código para o sistema do usuário, ficando a critério dos responsáveis o que seria feito.

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Um mais populares repositórios de temas visuais para ambiente GNOME, no Linux, hospedou código malicioso. (Foto: Reprodução)

 

Usuários do Ubuntu suspeitaram de códigos instalados por um suposto protetor de tela hospedado no site Gnome-Look. O site é um dos mais populares para o download de temas visuais para o ambiente GNOME, o padrão de algumas das principais distribuições Linux como Ubuntu, Debian e Fedora. O protetor de tela, que prometia ser uma cachoeira, não era instalado. Ao invés disso, um código que realizava um ataque de negação de serviço (DDoS) era configurado para ser iniciado junto com o PC.

O código, segundo os usuários, vinha no pacote “.deb”, padrão para a instalação de programas e arquivos. A maioria dos arquivos desse tipo exige a senha de “root” que, no Linux, dá ao programa acesso total ao PC. Com isso, o cavalo de troia conseguia se instalar.

“O ponto é que eu fui ingênuo o suficiente para pensar que Ubuntu era tão segura aqui no país das maravilhas do Linux que eu tanto amo, que eu acabei indo no gnome-look e baixando tudo que parecia legal sem examinar antes”, escreveu um usuário do fórum do Ubuntu que admitiu ter instalado o protetor de tela.

Fonte: g1.globo.com

Apple deve lançar tablet em meados de 2010, diz analista

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Companhia de Steve Jobs estaria preparando lançamento de concorrente do Kindle, da Amazon.com. (Foto: Reuters)


A Apple está se preparando para lançar um tablet no final de março ou abril, com parceiros prontos para fabricar até 1 milhão de unidades por mês, segundo relatório da Oppenheimer.

A expectativa é de que o novo aparelho, um computador em formato de uma prancheta com tela, lance a Apple no mercado de livros digitais popularizado pelo "e-reader", ou dispositivo de leitura, da Amazon.com, o Kindle. A Apple não quis comentar o assunto.

O analista Yair Reiner, da Oppenheimer, afirmou que o novo tablet poderia impulsionar o lucro por ação da gigante de tecnologia de US$ 0,25 para US$ 0,38 por trimestre, na hipótese de que a empresa venda entre 1 milhão e 1,5 milhão de unidades por trimestre, a um preço médio de US$ 1 mil e com uma margem líquida média de 22%.

"O que checamos na cadeia de fornecedores da Apple indica que o processo de produção do tablet já está em andamento e deve atingir o nível de produção em massa em fevereiro", escreveu Reiner.

"O cronograma de fevereiro sugere que o lançamento ocorra no final de março ou em abril, uma vez que a Apple precisa criar pelo menos cinco ou seis semanas de estoque antes de os produtos chegarem ao mercado", acrescentou.

Ele afirmou ainda que o tablet terá uma tela de LCD sensível ao toque, semelhante à do iPhone, de 10,1 polegadas.

A Apple também fez propostas a editoras para poder distribuir seu conteúdo digitalmente, e ofereceu uma participação de 70% na receita sem contrato de exclusividade, segundo Reiner.

Para o analista, a proposta é melhor do que o acordo do Kindle, que oferece apenas 50% da receita às editoras. Apenas editoras que assinem contrato de exclusividade com a Amazon.com recebem 70% da receita gerada pela distribuição digital de seus livros.

Fonte: g1.globo.com

Internet supera a TV como mídia preferida em boa parte do mundo, diz pesquisa

Web é o veículo mais 'indispensável' para 70% dos entrevistados.

Enquete ouviu 8,6 mil pessoas em 11 países, incluindo o Brasil.

 

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A internet superou a TV como mídia favorita, em pesquisa realizada em 11 países, incluindo o Brasil, e divulgada nesta segunda-feira (30). A web foi considerada como veículo mais indispensável por 70% dos entrevistados, superando por ligeira margem a televisão, considerada indispensável por 69% das pessoas.

A pesquisa sobre mídia e publicidade foi realizada em setembro, quando o grupo mundial de marketing Synovate entrevistou 8,6 mil pessoas de Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.

Ainda de acordo com o estudo, 41% dos entrevistados se declararam dispostos a aceitar mais publicidade na internet se em troca disso recebessem descontos. A ideia se mostrou especialmente popular na Espanha, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido e China.

"O modelo é uma ideia interessante para o setor. Se pudesse ser vinculado à publicidade mais dirigida, mais relevante... talvez resultasse em maiores receitas em uma audiência cada vez mais fragmentada", informou Steve Garton, diretor executivo de mídia da Synovate, em comunicado.

Mais de dois terços dos entrevistados também afirmaram que há comerciais demais na TV, e 39% deles disseram haver propaganda demais na internet. Quase todos, 87%, tentavam de forma ativa evitar publicidade no rádio e TV, desligando os aparelhos ou mudando de canal, enquanto dois terços evitam sites que apresentam publicidade intrusiva.

"Apesar da grande maioria de pessoas em cada mercado... dizer que há publicidade demais na TV, 42% delas estariam dispostas a aceitar ainda mais anúncios em troca de um desconto em suas assinaturas", acrescentou Garton.

No entanto, apenas 31% dos entrevistados estariam dispostos a aceitar mais anúncios pelo telefone (fixo ou celular) em troca de uma conta mais barata. Os espanhóis foram os mais favoráveis à proposta (58%), seguidos por chineses e brasileiros (ambos 42%).

Fonte: g1.com.br

Liberdade de expressão e privacidade são muito debatidos no marco regulatório da internet

O texto prevê que, quem obtiver ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado sem autorização do legítimo titular, poderá ser preso

As questões relativas à privacidade e liberdade de expressão estão entre os temas mais debatidos pelos internautas que fizeram contribuições à consulta pública sobre o marco regulatório da internet. O texto-base, disponibilizado em um blog pelo Ministério da Justiça, foi acessado 120 mil vezes e recebeu 433 comentários.

Para o coordenador do projeto de construção colaborativa do marco civil da internet, Guilherme Almeida, a discussão está sendo pautada pelo projeto de lei idealizado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB – MG) que endurece as penas para crimes cometidos na internet.

O texto prevê que, quem obtiver ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado sem autorização do legítimo titular, poderá ser preso.

“O Azeredo conseguiu polarizar negativamente as pessoas”, acredita Almeida. Segundo ele, a proposta do senador mobilizou os internautas no sentido contrário a sua posição. Ele avalia que, por esse motivo, as discussões dos internautas sobre o marco regulatório tenham sido pautadas pelos assuntos abordados no projeto.

Para Almeida, questões “não tão óbvias” presentes no eixo temático que trata do papel do governo em relação à rede mundial de computadores receberam muito menos contribuições.

Dentro dessa temática serão discutidas questões de grande importância, como a uniformização da atuação governamental em relação à rede, a disponibilização eletrônica de dados e a adoção de políticas públicas. “O governo edita decretos, portarias, normas internas nos seus mais diferentes ministérios. Muitas vezes, acontece que essas diretrizes não são convergentes, elas apontam para caminhos diferentes.”

O marco regulatório estará disponível para contribuições até o dia 17 de dezembro. Após essa data será elaborado o anteprojeto de lei que ficará sob consulta pública pela mesma metodologia por 45 dias. O coordenador do projeto espera que o texto final possa ser enviado para apreciação pelo Congresso em março do próximo ano.

Fonte: opovo.uol.com.br

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