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Facebook lança Atlas, uma nova tecnologia em resposta aos novos desafios dos marketeers

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O Facebook apresentou, nesta segunda-feira (29), uma nova plataforma através da qual disponibiliza aos anunciantes dados dos utilizadores da rede social, para que as empresas possam utilizar a publicidade com maior eficácia noutras páginas e portais. A plataforma foi desenvolvida pela Atlas, uma empresa de publicidade que antes pertencia à Microsoft, comprada no ano passado pelo Facebook por cerca de 100 milhões de dólares.

A plataforma recolherá dados gerados a partir do Facebook, para que os possa reutilizar depois em sites externos. Ou seja, com informações extraídas da rede social, será possível elaborar um histórico dos «likes» (gostos/curtidas) de cada utilizador, o que permitirá aos anunciantes aperfeiçoar a identificação dos seus possíveis consumidores.

Na prática, isso significa que se um utilizador fizer «like» numa página de equipamentos desportivos, por exemplo, possivelmente passará a receber anúncios sobre produtos semelhantes noutros sites. A Pepsi e a Omnicom estão entre as empresas que recorrerão a este novo sistema na aplicação de novos anúncios publicitários.

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Até então, o Facebook vendia espaços publicitários na própria rede social e utilizava cookies para rastrear as preferências dos seus utilizadores ao navegar por outras páginas na web e, a partir disso, direcionar os anúncios segundo as suas preferências.

Criada, inicialmente, para melhorar a eficácia da publicidade – já que os "cookies" podem apresentar algumas imprecisões, além de não rastrear a navegação em dispositivos móveis – a nova metodologia tenta aproximar o nível de eficácia do Facebook ao do seu grande concorrente na publicidade na internet, o Google.

No segundo trimestre fiscal deste ano, o Google teve lucros derivados da publicidade no valor de 14,36 mil milhões de dólares, enquanto que o Facebook obteve, no mesmo período, o lucro de cerca de 2,68 mil milhões de dólares, quase dois terços dos quais em dispositivos móveis.

Embora este tipo de iniciativa por parte da empresa de Mark Zuckerberg já tenha levantado no passado preocupações relativamente à privacidade dos utilizadores da rede social, o Facebook garante que os dados pessoais serão utilizados apenas para determinar quais anúncios mostrar, os anunciantes não teriam acesso direto a esta informação.

Fonte: Technet

Drone do Facebook para fornecer internet terá o tamanho de um Boeing

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O veículo não tripulado desenvolvido pela organização capitaneada pelo Facebook para fornecer conexão à internet a áreas carentes de acesso terá o tamanho de um Boeing 747 e voará por anos sem pousar para abastecer, afirmou o executivo responsável pelo projeto ao site "Mashable".

O Facebook havia divulgado em março deste ano o projeto de criar drones e satélites para levar acesso à internet com raios laser, por meio do projeto Internet.org, que pretende aplicar a conexão em escala global.

Em entrevista nesta segunda-feira (22), Yael Maguire, diretor do Laboratório de Conectividade do Facebook, que conduz essa iniciativa, deu maiores detalhes de como serão os veículos utilizados. Os drones terão "o tamanho aproximado de uma aeronave comercial, como um 747".

Serão, porém, mais leves e menos compridos, diz o executivo. Ele conta que uma das aeronaves em desenvolvimento no laboratório terá o comprimento de "cerca de seis ou sete [carros] Prius, mas o peso é de quatro pneus de um Prius".

Energia solar

Esses drones sobrevoarão países em desenvolvimento, priorizando as áreas em que vivem o maior número de pessoas sem conexão. Como exemplo, Maguire citou a Índia, onde 15% das pessoas não tem acesso à internet. O Facebook identificou 21 países na América Latina, África e Ásia com potencial para serem visitados pela aeronave.

"Para podermos pilotar esses aviões -- aviões não tripulados que têm de voar durante meses, ou talvez anos de uma só vez -- nós realmente temos que voar por cima das nuvens, acima de todo o espaço aéreo", disse Maguire. Para que isso ocorra, as aeronaves serão equipadas com painéis solares, já que não há combustível capaz de mantê-lo tanto tempo ano ar.

Por isso, a escolha do país vai definir como o drone será construído, já que a incidência de raios solares varia de acordo com a posição geográfica. Maguire afirma que a expectativa de sua equipe é colocar no ar o primeiro dessas aeronaves ainda em 2015. O teste será feito em uma região dos Estados Unidos ainda por ser determinada.

Para que a conexão à internet comece a ser disponibilizada das alturas, porém, vai demorar de três a cinco anos, de acordo com o diretor.

Uma das preocupações do laboratório é com a legislação, que fixa um piloto para cada aeronave. O executivo diz que necessita de um ambiente regulatório em que um piloto possa controlar cem desses drones. "Nós não podemos ter uma pessoa por aeronave se nós queremos solucionar como conectar o mundo", afirmou Maguire.

Fonte: G1

Desenvolvedores da Google já discutem possíveis novidades do "Android M"

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A Google ainda não liberou a versão final do Android L, mas parece que os desenvolvedores do Robô já estão de olho em um futuro mais distante. Conversas sobre possíveis novidades do "Android M" foram flagradas no Android Open Source Project, onde muitas das melhorias do SO são discutidas para receber feedback de terceiros.

Não há muitos detalhes sobre o que esse novo Android poderia trazer, mas as menções a ele são sempre sobre partes bem profundas do sistema, como a forma de comunicação dos aparelhos com os servidores da Google. Esse tipo de coisa não deve afetar a usabilidade do SO ou ainda ser uma grande novidade para qualquer usuário. De qualquer forma, essas conversas revelam que a Google está com o passo apressado quando se trata do Robô.

O Android L deve ser lançado até o fim deste ano e, dada a janela média de lançamentos da desenvolvedora, o Android M deve ser liberado para os consumidores apenas no fim de 2015 ou até no começo de 2016. Ou seja, mesmo que a empresa já esteja planejando o sistema, ele ainda deve estar bem incipiente e pouco concreto.

Marshmallow ou Milk-shake

"Android M" pode ser o codinome para "Android 6.0", mas como não existe uma confirmação oficial nem de que o Android L será de fato o "5.0", não há como especular sobre esse assunto. De qualquer forma, no que diz respeito ao apelido dessa versão do Robô, "Marshmallow" e "Milk-shake" são opções plausíveis.

Mesmo com essas novidades, é interessante ficarmos de olho principalmente no que o Android L está para trazer nos próximos meses, especialmente no que diz respeito ao Project Volta, que deve melhorar significativamente a autonomia de bateria de aparelhos que rodarão essa versão do SO.

Fonte: TecMundo

Pesquisa do Google revela que brasileiro é hiperconectado e hiperinformado

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O Google divulgou nesta terça-feira (19) o resultado de uma pesquisa que visa entender os hábitos de consumo online do brasileiro. O anúncio foi feito durante o primeiro dia do Think with Google 2014, evento direcionado para profissionais e lideranças de todos os setores.

De acordo com a gigante da internet, atualmente o brasileiro vive uma realidade de hiperconexão, hipermobilidade e hiperinformação. Para se ter uma ideia, hoje 74% da população entre 16 e 49 anos das classes A, B e C vivem conectada. Esse número tem crescido sobretudo entre os brasileiros que acessam a internet por meio de dispositivos móveis: enquanto 29% dos brasileiros possuem smartphone, 45% de jovens entre 16 e 34 anos possuem o gadget.

O Google também revelou que em apenas um ano o número de brasileiros que usam três ou mais telas cresceu em 10 milhões. No ano passado, quando a primeira pesquisa sobre o tema foi divulgada, havia mais de 30 milhões de usuários multitela no Brasil. Hoje esse número é de 40 milhões.

"Em um ano, um número de brasileiros equivalente à população de Portugal passou a integrar este batalhão de estar conectado o tempo todo e cada vez menos na frente do desktop", destacou Maria Helena Marinho, líder da área de pesquisas de mercado do Google no Brasil.

O uso de tablets e smartphones também apresentou crescimento em todas as faixas etárias se comparado com os anos de 2012 e 2013. Em 2012, por exemplo, as faixas etárias de 16 a 24 anos e de 25 e 34 anos registravam taxas de 27% e 20% de adoção de smartphones respectivamente. Hoje esse percentual subiu para 49% e 45%, respectivamente.

O número é relevante porque é esse pessoal que constrói o que o Google chama de "característica hipermóvel", que faz pesquisas, se informa e consome usando dispositivos móveis.

"O brasileiro já está hiperconectado, hipermóvel e hiperinformado e este modo de agir representa oportunidades para todos os setores da economia", disse Marinho. "É necessário entender quem é este novo consumidor, definir estratégias e criar um diálogo engajador através das mesmas ferramentas onde ele está", finalizou a executiva.

Fonte: CanalTech

Facebook quer parar de mostrar posts velhos e irrelevantes no Feed de Notícias

O Facebook anunciou mais um plano para consertar o Feed de Notícias, e desta vez ele quer mostrar conteúdo mais recente em vez de deixar coisa velha aparecer para você.

Parece que a mudança foi motivada por reclamações dos usuários por causa de coisas velhas aparecendo no topo do Feed de Notícias:

"Ouvimos o feedback de pessoas que diziam que em alguns casos um post de um amigo ou uma página só era interessante em um momento específico, como, por exemplo, quando vocês assistiam ao mesmo jogo na TV, ou falavam sobre o início da temporada de um programa popular de TV. Também há casos em que um post de dois ou três dias atrás não é mais relevante para você".

O Facebook tem duas táticas para manter seu Feed de Notícias cheio de coisas relevantes. Em primeiro lugar, ele vai usar o fator dos trending topics para ajudar a manter posts oportunos no topo enquanto eles ainda são interessantes. Isso significa que você terá mais chance de ver algum post relacionado a futebol enquanto o jogo ainda estiver rolando.

O Facebook também vai observar quando pessoas comentam ou curtem um post, para saber se ele só é interessante momentaneamente ou se é duradouro.

"Se as pessoas estão engajadas em um post logo após ele ser postado, e nem tanto algumas horas depois, isso sugere que ele era mais interessante na hora em que foi postado, e menos interessante depois. Com base nesse sinal, é mais provável que ele apareça mais alto no Feed de Notícias mais cedo e mais abaixo depois".

Por enquanto, tudo bem. Exceto que o Facebook destacou que a mudança do algoritmo não será o bastante para impactar como posts de páginas são recebidos... então pode não ser uma mudança grande o bastante para as pessoas em geral perceberem. O algoritmo do Feed de Notícias ainda é ruim, e precisará de uma mudança maior do que essa para melhorar.

Fonte: Jornal do Empreendedor

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